URBAN FASHION
DIREÇÃO EM RUA
Estudo de direção sobre fashion film em ambiente não controlado. A rua como cenário, o caos como elemento de composição.
Diretor Criativo · V.E.R.A Studios
Transformo produto em desejo, marca em presença e história em imagens que emocionam. É isso que busco em cada produção.
Conheça meu olharAlgumas das marcas e produções com que já trabalhei.
DIREÇÃO EM RUA
Estudo de direção sobre fashion film em ambiente não controlado. A rua como cenário, o caos como elemento de composição.
THE LAST DANCE · 2025
Captação dentro da equipe de quatro profissionais sob direção de Juliano Ferreira. Aftermovie do evento com ativação das marcas patrocinadoras: Levi's, Heineken e Johnnie Walker.
COMERCIAL LANÇAMENTO CG 160 · 2025
Um vídeo autoral que postei do produto fez a Honda abrir conversa para a produção oficial. Comercial de lançamento produzido para as redes da marca.
FASHION FILM
Filme autoral inspirado no universo Ray‑Ban. Exercício de direção sobre como uma marca de óculos pode ser narrativa de personagem, não display de produto.
RELEASE · 2025
A partir do release de uma track que representa a identidade sonora de Zanon, a câmera acompanha a atmosfera do set com movimentos orgânicos, planos mais longos e menos cortes. Presença, tempo e um registro cru da experiência.
Editorial e documental. É essa soma que eu levo pra cada produção e pra minha vida. Abaixo, alguns registros dos dois.
Acho que nunca expliquei o porquê do nome. V.E.R.A nasce de quatro palavras. Quatro pilares que carrego em qualquer produção e na vida.
Antes de tudo, somos seres humanos. Somos visuais. Fomos abençoados com o dom da visão e, com ele, a capacidade de enxergar o mundo em todas as suas cores.
O visual caminha junto com aquilo que temos de mais precioso dentro de nós. Medos, paixões, desejos, sonhos, objetivos. Tudo que nos constitui e nos faz únicos. Nossa história.
A essência precisa ser representada. Precisamos colocá-la para fora e expressar quem somos: nossas fragilidades, nossas habilidades, nossas conquistas. Só assim conseguimos acalmar esse fogo que existe no peito.
E aquilo que é criado com alma se conecta. Some a distância entre quem criou e quem assiste. Deixa de ser mais um conteúdo e vira algo que a pessoa sente.
Meu processo é separado em cinco etapas. Cada uma existe para que o filme final não seja só bonito, mas certo.
A etapa mais importante. É onde eu mergulho na marca: entendo a necessidade real, os objetivos e o que precisa ser dito. Antes de pensar em imagem, eu entendo o negócio.
Aqui nasce a tese do projeto. Defino a ideia central, a estrutura e o caminho. É a decisão estratégica que orienta tudo o que vem depois.
A hora de capturar. Tudo o que foi pensado vira imagem, com direção em cada enquadramento e cada decisão no set.
Onde o material ganha alma. Ritmo, som, cor e cada detalhe trabalhados até a história emocionar de verdade.
O filme finalizado no mais alto padrão, pronto para posicionar a marca e emocionar onde for visto.
Meu nome é Carlos Rodrigues, tenho 21 anos e dirijo a V.E.R.A.
Aprendi a olhar antes de aprender a filmar. Passei quatro anos no ateliê de alfaiataria da minha família, e alfaiataria é isso: medir um corpo específico, cortar para aquele corpo, ajustar até assentar. Nada pronto, nada genérico.
Foi mais ou menos nessa época, por volta dos 17, que percebi que a imagem funcionava do mesmo jeito. Cada marca tem um corpo próprio, e o quadro precisa ser cortado para ela. Comecei a estudar cinema, storytelling e psicologia das cores, e desde então aplico isso em cada projeto, cada filme e cada fotografia. Tudo aquilo que existe por trás de um quadro e que a maioria das pessoas sente mas não sabe nomear.
A primeira vez que isso saiu do papel foi com uma moto que um amigo tinha acabado de comprar, uma Honda. A gente gravou, postou, e a marca viu. Foi assim que aconteceu meu primeiro trabalho com uma marca grande, coisa que eu nem imaginava naquele momento.
E foi ali que entendi por que enxergo o audiovisual como meio, não como fim. Ele é a ponte que conecta nossos sonhos, objetivos e desejos ao mundo real.
